OS CHAKRAS

Conhecimentos sobre os “chakras” encontram-se nas mais variadas culturas antigas, situadas em quase todos os continentes.

Podemos defini-los como centros de energia sutil, localizados no corpo humano, cuja percepção depende de um certo desenvolvimento das nossas capacidades de abertura do nosso próprio campo energético.

Destacam-se sete centros localizados numa linha vertical centrada na frente do corpo humano, sendo que as saídas estão situadas em pontos correspondentes na parte de trás do corpo. Se falamos aqui de chakras, referimo-nos exclusivamente a esses sete principais. Optamos por uma descrição bem genérica desses chakras. Para estudos mais aprofundados será necessária uma consulta da vasta literatura pertinente.

O Primeiro Chakra que se chama também “Chakra Raiz” ou “Chakra de Base” está relacionado à vontade de sobreviver e às necessidades básicas dela derivadas, que possibilitam e asseguram a nossa existência física. Incluem-se aqui, tanto medidas de manutenção do próprio corpo, como por exemplo: comer, beber e dormir, quanto a procriação, visando perpetuar a própria espécie. São ligados a isso, a procura de segurança material e o desejo de possuir um lar, uma família e crianças.

O Segundo Chakra que também se conhece por “Chakra Sacral” ou “Chakra Sexual” é o centro de emoções originais e ainda não filtradas, de energias sexuais e de forças criativas. Dele parte o desejo de experiências sensuais e de vivências de prazer corporal. Inclui-se aqui a necessidade de toque e carinho, bem como o impulso de satisfação sexual. Ao contrário do Primeiro Chakra, que tem ligação com o instinto sexual na sua animalidade e com fins de procriação, o Segundo compreende o lado emocional da sexualidade: a troca de sentimentos e sensualidade, erotismo, criatividade e beleza. Da função harmônica desse centro de energia provém a autovalorização e autoconsciência saudável.

O Terceiro Chakra, em outra denominação, “Chakra do Umbigo” ou do “Plexo Solar”, está relacionado ao desejo de dominar a situação e os outros, de manipular o mundo de acordo com os próprios anseios. Aqui se originam tanto a vontade de ser produtivo, a força de se impor e anseios de poder, quanto a tendência de adaptação às normas estabelecidas socialmente. Depois de haver satisfeito as necessidades básicas sob influência do Primeiro e Segundo Chakras, a consciência, no Terceiro, direciona-se para fora, procurando seu lugar no mundo a que aspira conquistar, seja por meio de lutas ou de adaptação. Isso implica em análise do que está ao seu redor e resulta em opinião e juízo próprio.

O Quarto Chakra, que normalmente se conhece como “Chakra Cordial ” ou do “Coração”, está relacionado ao amor incondicional. Inclui todas as qualidades que normalmente relacionamos ao coração: afeto, calor, confiança, abertura, compaixão, disposição de ajuda e compreensão. Provém desse Chakra a capacidade de perdoar. Alegria e um profundo prazer de viver são expressões de um Chakra Cordial bem harmonioso e equilibrado.

O Quinto Chakra, o da “Garganta”, representa o centro da comunicação com todas as dimensões da nossa existência. Em termos de percepção física, comunicamo-nos com o mundo exterior em forma de linguagem, gestos, mímica, mas também em formas criativas de expressão, como por exemplo: música, pintura, escultura, teatro e dança. Através do Chakra da Garganta expressamos tudo o que “vive em nós”, o nosso rir, o nosso chorar, sentimentos de amor e de alegria, bem como medo, raiva, nossas pretensões e desejos, nossas idéias, “insights” e nossa percepção de mundos interiores. Em dimensão mais sutil escutamos através desse Chakra , a nossa voz interior; recebemos inspirações do espírito que habita em nós; captamos informações das dimensões superiores à nossa realidade, e as transmitimos para os nossos pares.

O Sexto Chakra, também chamado “Frontal” ou do “Terceiro Olho”, representa o domínio e a origem da força da imaginação, da fantasia, da iniciativa, da disposição e da alegria de tomar decisões. Ele funciona como gerador das possibilidades de um desenvolvimento dinâmico da personalidade; cria um entusiasmo de projetar os próprios desejos e capacidades para realizá-los. Além disso possibilita a captação de realidades mais sutis, seja em forma de imagens internas ou de percepção direta, inclusive a percepção , por exemplo, da aura, o campo energético dos seres vivos, bem como os próprios chakras.

O Sétimo Chakra, ou o da “Coroa”, é o local da iluminação e da felicidade. Está sendo considerado o lugar no qual o “Eu Individual” se transforma em “Eu Universal”, onde se unem a consciência humana e o divino. É a experiência da “união mítica” onde são vivenciados o nosso Eu, Deus, e o Universo em conjunto. Resulta dessa experiência de iluminação mística uma profunda paz interior e um sentimento de relação profunda com toda a criação. 

do site http://www.analisegdv.com.br

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